
Logo que vi a chamada para essa blogagem, percebi que queria participar. Isso porque, coincidentemente, outro dia mesmo estava me lembrando desse livro, que foi o primeiro que eu li completo, logo depois de ser alfabetizada. “No Reino Perdido do Beleléu” de Maria Heloísa Penteado, esse era o seu nome.
A fábula diz que tudo que se perde vai parar nesse tal de Beleléu, um lugar que não existe nos mapas e, como não pode ser encontrado, a única forma de se chegar a ele é... se perdendo! Mesmo tendo lido há tantos anos e logo depois tendo perdido o livro, não consigo me esquecer dos personagens. O principal, Zé Leu, um menino que perdia T-U-D-O; Valdomira sua irmã, era uma menina cuidadosa, ao contrário dele; a rainha Maria Porunga III, a toda poderosa do reino e até o Orangotango, serviçal da rainha.
Eu li várias vezes e pude aprender cedo que devemos ser cuidadosos com nossos pertences. Ah, que saudade...! Sempre penso em comprar de novo o livro, mas não o encontro nas livrarias e, na internet, sempre que verifico, não está disponível, nem mesmo na sua editora, a Ática.
Todas as crianças deveriam ter acesso a esse tipo de leitura, que auxilia no desenvolvimento do lado criativo e na imaginação delas, coisa que faz tanta falta quando, adultos, temos que assumir determinadas funções que exigem tais habilidades. Além, é claro, de ser diversão garantida e saudável.
Esse é um dos livro da minha vida, especialmente por ser aquele que me abriu as portas para o encantamento da leitura. Encantamento que permanece até hoje!

Esta blogagem foi proposta pela Vanessa do Blog
Fio de Ariadne, a quem eu agradeço imensamente pela gosotosa nostalgia que ela me permitiu viver.
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Amanhã comemoro o meu aniversário! É, trinta e três aninhos, mas a carinha e o corpinho continuam sendo de vinte e poucos. A propósito, com cinco quilos a menos... kkkkkkkkk!
Brincadeiras à parte, fico muito feliz em comemorar mais um aniversário e ainda, de estar chegando à dita "idade de Cristo", a idade em que ele morreu. Não, não há nenhum sentimento mórbido nessas palavras, mas, sim, uma metáfora cheia de significados. Meu desejo para mim mesma é que nessa nova etapa possam morrer antigos vícios e costumes, e ressurgir uma pessoa mais parecida com Jesus.
Como eu já postei hoje, não postarei amanhã. Fico aqui mesmo esperando os cumprimentos. ;-))