quarta-feira, 25 de julho de 2007

Tolerância quase zero

Não quero parecer antipática, isso eu não sou mesmo, me acho até muito simpática. Mas tem situações em que só não sou grossa por educação e por desejar ardentemente ser agradável com as pessoas. Mas que dá vontade de dizer o que vem à ponta língua, isso dá.

Tem gente que pergunta coisas que eu não acredito que tiveram coragem de perguntar. Não estou falando de situações corriqueiras do cotidiano como uma conversa informal, estou me referindo a situações sérias, como quando precisamos de gente que nos ajude a resolver problemas, por exemplo, mas que não conseguem pensar por si mesmas em relação a detalhes.

Lembram daquele quadro do programa Zorra Total da Rede Globo (um dos piores humorísticos da TV brasileira, diga-se de passagem) o Tolerância Zero? Pois é, dá vontade de fazer como o Saraiva, sincero como ele só. Eu e o Nil costumamos brincar de tolerância zero, quando um dá um vacilo o outro pega no pé com respostas bem intolerantes, mas é pura brincadeira, pra extravasar mesmo e rir um pouco.

Porém, no dia a dia, as regras da boa convivência nos obrigam a engolir a indignação e responder educadamente aos questionamentos inúteis e enfadonhos a que uns e outros nos submetem ou simplesmente, ignorá-los. Não cabe contar os “causos” que me motivaram a escrever isso, só vou mesmo deixar o desabafo.

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