quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Hora do Lanche


Vale a pena parar tudo pra fazer um lanchinho, né...

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Fim de semana lindo!


Praia da Costa, Vila Velha/ES, vista do Morro do Moreno

Fim de semana cansativo foi esse. Corrido demais, cheio de afazeres e regado por uma boa dose de dor nos pés. Mas cheio de grandes aprendizados e lindo! Depois de dias nublados, frios e cinzentos, o céu se abriu, azul como nunca, e o sol sorriu para nós. Que delícia! Hoje, maravilhosos 28º. Que venham muitos outros dias assim. Esse nosso inverno... Vai entender.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Histórias de quem anda de ônibus

Acontecem coisas inacreditáveis nos ônibus, quem utiliza transporte coletivo sabe bem do que estou falando. Eu detesto pegar ônibus e sonho com o dia em isso será uma mera lembrança na minha vida, mas de vez em quando tenho que admitir ser até divertido.

Outro dia saí do trabalho, peguei o dito cujo e fui para a faculdade. No meio do caminho entra um sujeito com um violão na mão, se espreme entre os passageiros (carro lotado), vai lá para frente e, muito bem-humorado, se apresenta como Roger Cantor.

Faz algumas piadas, o povo começa a rir e a se interessar pela figura mais que irreverente. Então ele começa a interpretar uma de suas canções (composta por ele mesmo!) ao som do seu violão. É simplesmente hilário, hahaha! A voz dele é muito engraçada, a música romântica num estilo meio sertanejo é mais engraçada ainda e, na hora do intervalo instrumental, ele diz: “Roger cantor, música nos coletivos!” naquele tom de locutor de rádio.

Olha, eu não agüentava mais de tanto rir. No final algumas pessoas contribuíram com uns trocados e ele divulgou sua comunidade no orkut. O cantor de ônibus tem uma comunidade! Aí é que eu ri mesmo!

Se você quiser conferir que essa figura não é fruto da minha imaginação, aqui está o Fã Clube – Roger e seu violão . Hahaha!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

De mudança

Na empresa onde trabalho, estamos de mudança para outro escritório. Já, há algum tempo, começamos a perceber que precisávamos dar esse passo. Hoje, o espaço disponível e sua estrutura já não nos comportam mais, e temos projetos e perspectivas que, quando se tornarem realidade, realmente precisaremos de um lugar maior.

Enfim, detectado o problema e cientes do que precisávamos para solucioná-lo, saímos em busca do lugar ideal. Basicamente, esse novo lugar deveria ter uma localização melhor (atualmente estamos na Mata da Praia, ou seja, um lugar bom mas muito longe de tudo), ter determinado tamanho, oferecer um nível de mais elevado em termos de segurança e tecnologia e, claro, estar dentro das expectativas de valor a que estávamos dispostos a pagar.

Foram meses de busca até encontrarmos a tal sala e, então, mãos à obra para preparar a mudança. Mudar requer um trabalho danado. Não é só juntarmos as coisas de um lugar e colocarmos em outro. E por se tratar de uma empresa, tem todo o trâmite de alteração nas documentações e órgãos públicos, prazos para isso e para aquilo, reformas e adaptações da nova sala, entrega da velha (que também envolve certa burocracia), contratações de vários tipos de serviço de apoio, detalhes que nem imaginamos e que na hora aparecem. Até que tudo fique em ordem, a situação é trabalhosa e desafiadora. E inclua neste pacote o adaptar-se à nova situação. Isso, as vezes, é quase cruel.

É interessante pensar nas mudanças como uma transformação de vida. Sempre precisamos delas, as coisas nunca estão 100% corretas que não precisemos melhorar. Mas para isso é necessário detectar O QUE precisa ser mudado e COMO mudar e aí precisamos nos dispor, o que é mais difícil. Mudanças realmente não são fáceis. Ficamos tão acostumados com a situação atual que, mesmo que ela nos cause desconforto, parece muito mais desconfortável e difícil transformá-la.

Outro dia refleti muito sobre isso e percebi o quanto preciso mudar. O tempo passa e o dia a dia nos transforma em pessoas que na verdade não gostaríamos de ser. É tão fácil reclamar de tudo, mas é tão difícil agüentar calada a algum desagrado. É tão fácil mentir ou omitir, mesmo as ditas “mentirinhas sem importância”, quando a sinceridade é sempre a melhor opção. É tão fácil colocar TUDO em primeiro lugar e o Reino de Deus em último quando, como cristãos autênticos que dizemos ser, deveríamos agir exatamente ao contrário. É tão fácil esbravejar num momento de raiva quando deveríamos ao menos tentar manter a calma. É tão mais fácil sermos mascarados do que transparentes.

Todas essas coisas afetam nosso crescimento da mesma forma que os problemas estruturais afetaram a empresa. Cabe-nos querer mudar, procurar o melhor ambiente e colocarmos a mão na massa para que a mudança aconteça de fato. Assim abrimos espaço para que os projetos de Deus tomem forma em nossa vida.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Volta às aulas

Ontem retornei às aulas. O mês de férias parece que alçou vôo, nem vi passar, e agora estou de volta à faculdade. Rever os amigos é legal (se bem que a maioria faltou no primeiro dia, é sempre assim), conhecer novos professores, aprender um pouquinho mais. Mas devo confessar que estou contando os dias para o curso terminar.

É muito cansativo trabalhar o dia todo e estudar à noite, especialmente quando se tem marido e casa para tomar conta. E ainda tem os meus professores que adoram nos encher de trabalhos extraclasse e aí vão-se embora também os fins de semana. Mas tudo isso está com os dias contados. A formatura que me aguarde neste fim de ano.

Sempre gostei muito de estudar e sempre fui ótima aluna, aplicada e dedicada. Mas hoje é difícil me dedicar tanto. Não é como antigamente quando eu não tinha nada para me preocupar, hoje a cabeça vive cheia, são tantas responsabilidades e o tempo é cada vez mais escasso. Há dois semestres comecei um curso de inglês aos sábados, mas não consegui dar conta, tive que interromper por falta de tempo para me dedicar. Mas tudo bem, daqui a alguns meses eu volto.

E assim a gente vai levando. O que não dá é parar de estudar e se atualizar, esse é o preço que pagamos por tentar acompanhar um mundo globalizado.