sexta-feira, 28 de setembro de 2007

5 anos



Lembro como se tivesse acontecido ontem. A correria dos últimos preparativos, o nervosismo que tomou conta de mim durante todo o dia, os imprevistos, o frio na barriga, os lírios, as rosas, meu vestido branco com bordado prata... No dia 28/09/2002 eu me casava! Que dia sonhado! Que dia esperado!

Durante onze anos levei a Deus meus anseios sobre esse dia e, quando ele finalmente chegou, eu o recebi como um presente dos céus. Para mim, o casamento sempre representou um dos passos mais importante que uma pessoa pode dar, e que deve ter como base a vontade de Deus e a Sua bênção para que possa dar certo.

Quando conheci o Nil, cerca de dois anos antes de nos casarmos, pensei que não fosse ele ainda, o eleito do meu coração. Éramos muito diferentes no que diz respeito à personalidade e ele nada tinha a ver com o padrão de homens que me atraía. Mas era ele. Aos poucos fui percebendo que aquele homem simples e direto, tranqüilo e sincero (muito sincero!), me completava de uma forma que jamais alguém conseguiu, então fui deixando o amor florescer e as diferenças passaram a ser meros detalhes. “... porque o Senhor não vê como vê o homem. Pois, o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor vê o coração”. I Samuel 16:7. Esse versículo tinha me guiado durante anos na busca por um companheiro e, no momento certo, me fez ver, com os olhos de Deus, que esse companheiro estava diante de mim. Com um ano de namoro ficamos noivos e em nove meses nos casamos.

Só posso dizer que é maravilhoso ser casada. Maravilhoso! É claro que há dificuldades, palavras atravessadas, diferenças a serem compreendidas, e ceder passa a ser a palavra-chave para uma boa convivência, o que não é nem um pouco fácil. Mas quando estamos ao lado de alguém especial, tudo fica menos difícil. Não existe a guerra dos sexos, a típica competição entre homem e mulher, mas sim, o querer fazer um ao outro feliz, o desejo de estar sempre junto, de compartilhar tudo o que acontece de bom e de ruim, de planejar, de realizar.

Que Deus nos proporcione a graça de comemorarmos esta data muitas e muitas vezes, até a velhice, e que vivamos cada dia mais intensamente este nosso amor que é reflexo do grande e infinito amor que Ele tem por nós.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Mais um fim de semana em Guarapari


Eu realmente gosto de Guarapari. A cidade tem as praias mais bonitas do litoral capixaba. Frias sim, mas lindas! Passei o último fim de semana com a galerinha da igreja nas praias de Santa Mônica e Setiba, a minha preferida.
O passeio foi bem legal, ficamos numa casa bacaninha, com comida maravilhosa que a dona Vera preparou e a diversão foi garantida com jogos, filmes, banho de mar e lual, além de momentos reservados para reflexões bíblicas. Tem mais fotos no flickr, veja.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Mais uma receitinha

Faz tempo que eu não posto no Livro de Receitas, não por ter parado de cozinhar, isso é meio difícil de acontecer, mas por preguiça de escrever mesmo. Hoje resolvi colocar lá uma receitinha de caldo verde que preparei outro dia, um sábado frio e chuvoso, quando Nil e eu resolvemos ficar em casa. Preparei o caldo, alugamos um filme e ficamos lá, curtindo o friozinho enquanto a chuva fina que caía lá fora... Copie a receita aqui.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

A música e eu

Nunca comentei aqui sobre como sou apaixonada por música. Quando ainda era criança na igreja, tinhas uns cinco anos, fui motivada a começar a cantar. A moça que apresentava as programações de jovens, uma antiga amiga, me convidava para ir à frente e cantar uma musiquinha, dessas infantis que se aprende na classe de crianças. Eu não queria ir, ficava tímida, então ela me levava pela mão e me sentava em seu colo e lá eu cantava bem baixinho.

Aos poucos o volume da voz foi aumentando e eu fui saindo do colo, ficava somente de mãos dadas com ela enquanto cantava. Depois fui soltando a mão e perdendo um pouco da timidez até ter firmeza para ficar sozinha durante a apresentação.

Aos seis anos eu comecei a ter aulas de piano. Eu gostava muito e aprendia rápido. As aulas duraram três anos e meus pais não insistiram pra eu permanecer quando quis desistir aos nove anos.

Eu continuei a cantar até a adolescência e depois parei. Quando se é adolescente tudo é um grande mico e, como os solos faziam parte da minha infância, acredito que eu queria mostrar que estava crescendo, por isso não gostava mais de cantar, pelo menos sozinha. Mas continuava participando de grupos musicais, corais, fazendo aulas de canto e musicalização.

Bem mais tarde voltei a arriscar em minhas apresentações solo e recuperei o gosto por cantar. Nos últimos anos provei um desenvolvimento notável em minha música e fui convidada a participar da gravação de um CD de música gospel. Isso foi muito importante para mim, apesar de eu não considerar a possibilidade de seguir carreira (hehe), considero a experiência como um curso intensivo de canto.

Na verdade, a música nunca deixou de ser importante para mim. Só passei por fases em que ela variava no grau de importância. O piano é algo que ainda quero recuperar assim que possível, nunca vou entender o fato de meus pais não atentarem para o meu potencial e não terem insistido para eu continuar com as aulas. Para mim, não há som além da voz que seja tão lindo como o de um piano.

Se podemos dizer que há mágica neste mundo, essa mágica é a música. É difícil entender como é possível com apenas sete notas (e suas variações) e alguns compassos, ser criada tamanha diversidade de músicas em todo mundo no decorrer da história. A canção é a expressão mais sublime dos sentimentos, e, para mim, se torna a expressão mais sublime da devoção, amor e adoração a Deus, pois a música vem do próprio Deus. Não há momento em que me sinto mais perto dele como quando canto.

Quanto às minhas preferências, gosto de músicas alegres, com ritmo acelerado, mas prefiro as que tocam a alma. Canto sempre, em casa, em eventos, na igreja, praticamente todos os domingo, mas procuro também ouvir somente e absorver tudo que a canção tem a oferecer, desde acordes às letras. Esta é a minha relação de amor com a música.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Que país é esse?

A absolvição do senador Renan Calheiros pelo senado só nos dá a certeza de que o Brasil está mesmo perdido. Estamos todos fadados a assistir tantas outras histórias como essa e ver tudo acabar num grande rodízio de pizza, com direito a dança e tudo.

Esta história de que o povo tem que aprender a votar, que a situação está assim porque votam errado, blá, blá, blá, é pura conversa fiada. Parece-me que só o pior tipo de gente se elege, ou se não, transformam-se após a posse. Não há quem escolher, não há boas opções. Para mim, essa democracia tão enaltecida e apregoada se transformou num mero recurso em favor dos próprios políticos, para colocarem a culpa de seus atos nos cidadãos. Como sempre, é o povo que leva a pior, até mesmo a culpa por ser roubado, humilhado, ridicularizado, feito de palhaço. O direito do povo de escolher seus representantes, o que deveria ser uma vitória, acaba por ser sua derrota. Agora me responde, ESCOLHER QUEM???

Por que o digníssimo senador foi absolvido se está mais do que provada a sua culpa? Eu lhes respondo: porque de gente como ele, o senado e todo o cenário político está cheio, basta dar uma chacoalhadazinha e lá está o podre. Imaginem a quantidade de podres que ele traria à tona se os colegas o prejudicassem.

Ainda consigo ficar indignada por viver num país onde o povo assiste os seus representantes roubar-lhes até a alegria do patriotismo. Se eu tivesse um nariz de palhaço aqui, o colocaria agora mesmo.
Veja as matérias na íntegra: absolvição e pós-absolvição.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Como foi o feriadão

Como o 07 de setembro caiu na sexta-feira, aproveitamos o fim de semana prolongado para sairmos da rotina um pouquinho. Nil e eu já precisávamos fazer isso há algum tempo, então combinamos com uns amigos, alugamos um apartamento de temporada e fomos passar 3 dias na Praia do Morro, em Guarapari, cidade próxima de Vila Velha cerca de 40 km.

Foram dias perfeitos. Aqui em Vila Velha e Vitória (cidades onde moro e trabalho, respectivamente) o tempo esteve horroroso desde o início da semana até na quinta-feira, conforme mostrei no último post, mas exatamente a partir de sexta, o tempo se abriu e curtimos lindos dias de sol em nosso passeio.

Fomos abençoados pelo convívio com os amigos que nos acompanharam nesses dias. Giva e a Érica, um casal maravilhoso com quem temos iniciado uma bela amizade (Nil e ele já são amigos de longa data e andaram meio distantes nos últimos anos, mas agora estão se aproximando de novo), o Willian, também amigo do Nil há muitos anos e a Claudia que já vimos algumas vezes e que pudemos conhecer melhor durante esses dias.

A temporada foi regada com bastante bate-papo, algumas partidas de Dominó e Uno, momentos de leitura e devocional, e muita, muita praia. Guarapari é uma delícia, possui as melhores praias da região sul do Espírito Santo. A Praia do Morro foi eleita para nos hospedarmos e freqüentarmos durante o dia. É uma praia urbanizada, com calçadão, quiosques e muito comércio ao redor. À noite passamos pela Praia da Areia Preta e pela Praia das Castanheiras. Também demos um giro pelos shoppings (que são bem pequenos) e por feirinhas de rua bem movimentadas. Não posso deixar de citar a visita à Expo Mar, uma exposição de várias espécies submarinas interessantes, até tubarão havia num dos grandes aquários. Muito legal!

A comida é um capítulo à parte. Durante o dia preferimos almoçar em restaurante para termos o dia mais livre para a diversão, então optamos pelo Cantinho da Roça, onde almoçamos todos os dias. À noite preparamos a comida no apartamento mesmo. Na sexta rolou um super churrasco (que os meninos prepararam) com arroz e vinagrete (que as meninas prepararam). No sábado compramos um Dourado e camarões e o Willian preparou uma moqueca deliciosa enquanto eu fiz o arroz e, junto com a Cláudia, fritamos alguns pedaços de peixe para a entrada. Tudo de bom!

A volta no domingo à tarde foi tranqüila, sob as mãos abençoadoras de Deus, que esteve conosco durante todos esses dias. Só nos atrasamos um pouco na saída e pegamos engarrafamento na Rodovia do Sol, o que atrapalhou nossos planos de irmos à igreja à noite. Agora, de volta à rotina, fico aguardando ansiosa a próxima aventura. Além das fotos aí em cima, tem mais aqui.

E o seu feriadão, como foi?

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Hoje foi assim

O dia começou assim, céu azul com poucas nuvens que, aos poucos foram aumentanto...

Não demorou muito para a chuva começar fininha aumentanto gradativamente...


De repente, um quase dilúvio...

Mas no decorrer do dia foi parando de chover e o sol reapareceu...

E o dia terminou com sol e céu azul, apesar de algumas nuvens teimosas insistirem de aparecer céu afora!