segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Um tempinho para escrever

Depois de tantos dias sem aparecer por aqui, arrumei um tempinho para contar sobre o fim de semana.
Nil recebeu uns convites de uma empresa onde ele trabalhou para participarmos da confraternização de fim de ano com eles. O evento aconteceu num sítio na Barra do Jucu, lugar muito bonito e cheio de diversões. Não passamos o dia todo, mas tivemos tempo suficiente para clicar belas paisagens e para o Nil rever seus antigos colegas. Tem muitas fotos aqui!

Foi um dia muito agradável, queremos voltar ao sítio com mais tempo para aproveitar melhor o espaço.



Fiquei babando nas belas parasitas, trouxe essa de lebrança.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Bye, bye... :-(

Nossa despedida ontem à noite

É notável a alegria estampada no rosto do Aldo. Além de galgar mais um degrau em sua carreira profissional, ele está voltando para perto de sua família, especialmente de sua mãe, de quem ele falava com tanto carinho.

Não é de se espantar que ele tenha nos conquistado com seu jeito discreto e calmo. No início ele falava pouco para não denunciar o sotaque paranaense acentuado, em meio a tantos capixabas que o olhavam curiosos querendo saber de sua terra natal. Mas depois, "Aldoritos", apelido atribuído ao fato de ele gostar muito do chips "Doritos", se acostumou com o novo habitat e até nos contou que sua família estava achando que ele tinha absorvido um pouco do sotaque capixaba. Imagina se capixaba tem sotaque...

Bem-humorado, muitas vezes fazíamos sinal com o dedo no canto da boca sinalizando para que ele limpasse o veneno, hehe, denunciando uma forma muito particular de satirizar e ridicularizar tudo e todos dentro do nosso grupo. Durante os anos de faculdade tornamo-nos um time, ou melhor, um quarteto, o quarteto fantástico: Aldo Ana, eu e Lygia. Essa era a nossa galerinha, tanto para os momentos de diversão e conversas sem fim, como para os trabalhos e pesquisas.

Dividimos muitos lanches, muitas idéias e muitas gargalhadas. Pena que não dividiremos o auditório para a colação de grau. Hoje Aldo está nos deixando e voltando para sua terra, antes mesmo de terminarmos o curso. O coração tenta sufocar o soluço e já lateja de saudade e de inconformidade com a ausência que já e faz tão presente. Vai ser difícil não tê-lo sentado na cadeira ao lado. E eu que amo música, só posso terminar oferecendo a ele uma canção. Um grande beijo, amigo. Deus te abençoe!
"Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves,
Dentro do coração,
Assim falava a canção que na América ouvi,
Mas quem cantava chorou ao ver o seu amigo partir,
Mas quem ficou, no pensamento voou,
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou no pensamento ficou,
Uma lembrança que o outro cantou.
Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito,
Mesmo que o tempo e a distância digam não,
Mesmo esquecendo a canção.
O que importa é ouvir a voz que vem do coração.
Pois seja o que vier, Venha o que vier
Qualquer dia amigo eu volto a te encontrar
Qualquer dia amigo, a gente vai se encontrar."
Fernando Brant e Milton Nascimento

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... ...

Não tem nada mais irritante do que atendimento digital em callcenters... "disque 1 para isso, disque 2 para aquilo, desculpe, mas nossos atendentes estão todos ocupados, ligue mais tarde". ARGHHHHHHHHHHH!!!