quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Férias!!!

Estou de férias do trabalho. Forçadas, na verdade. Minha empresa propôs férias coletivas de 15 dias a todos os funcionários e fui obrigada a tirá-las. Não que isso seja de todo ruim, mas eu sempre preferi curtir minhas férias inteiramente e não dessa forma, aos poucos. E ainda não conseguimos que o Nil também tivesse alguns dias de folga, resultado: ele está trabalhando enquanto eu fico em casa :-(
Estou com algumas novidades para postar, mas ainda vão levar alguns dias até eu preparar os texto e separar fotos. Aguardem que teremos posts bem legais por aqui.
Por hora, permitam-me voltar a curtir minha folga. Apesar das férias, tenho bastante coisas para resolver em casa e fora dela. Até mais.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Natal de amor, paz e justiça

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Isaías 9:6

Foi assim que o profeta Isaías anunciou a chegada do messias tantos séculos antes dela acontecer. A profecia dizia de uma alegria incontida que traria o nascimento de Cristo. Amor, paz e justiça sem fim. O reinado dEle seria pautado nesses princípios.

De fato, Jesus Cristo nasceu há mais de dois mil anos e você pode me perguntar: “Onde estão o amor a paz e a justiça? O mundo está cada vez pior!” A resposta é: Jesus veio, foi exemplo e nos ensinou todas essas virtudes, mas não foi recebido e aceito pela maioria de nós. Como querer que isso seja uma realidade se rejeitamos o Príncipe da Paz?

Comemoramos o natal todos os anos com muitas luzes, comidas boas, espumantes e muitos presentes. A exemplo do Dia de Ação de Graças dos americanos, o natal passou a ser para nós uma grande confraternização, quando encontramos família e amigos e nos reunimos para comemorar a fraternidade. Não que isso seja errado, de forma nenhuma. Também gosto dessas reuniões, das ceias fartas, dos presentes e de enfeites natalinos. O que quero dizer é que nenhuma comemoração, por mais bela e bem intencionada que seja, merece tanto apreço como a comemoração pelo nascimento de Jesus. Sua vinda teve um propósito traçado desde a fundação do mundo. Sendo Deus, ele se permitiu transformar-se em um de nós, humanos, e pagou com a própria vida uma dívida nossa para com Pai. Seu sacrifício se consumou com a morte e com a ressurreição e, principalmente por isso, temos o maior dos motivos para nos alegrarmos pelo seu nascimento, pelo cumprimento da profecia de Isaías, a consumação da promessa de Deus em nos fazer Seus filhos através de Jesus Cristo.

Podemos viver o amor, a paz e a justiça, mesmo num mundo tão difícil. Isso é possível quando Jesus nasce nos nossos corações, quando o natal deixa de ser uma simples data comemorativa do calendário cristão e acontece nas nossas vidas, intrinsecamente. A partir de então, começamos a viver pautados pelos princípios que regerão o reinado eterno de Jesus Cristo quando Ele voltar: amor, paz e justiça verdadeiros e eternos ao lado do Pai.

Feliz natal! Feliz renascimento de Jesus na tua vida!

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Este post faz parte da blogagem coletiva proposta pela Blogosfera Cristã sobre um tema relacionado ao natal. Passe por lá e veja como participar.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Meus medos

No meu perfil aqui no blog, eu me descrevi como uma pessoa que tem medo de tudo. Claro que isso é um exagero, ninguém te medo de TUDO. Mas, de fato, sou muito medrosa.

O medo é um sentimento muito difícil de lidar e está quase sempre ligado a situações vividas quando criança. Hoje consigo perceber que os meus medos, pelo menos a maioria deles, têm base na minha infância. Não quero que pensem que me sinto uma pobre traumatizada. Nada disso. Apenas quero compartilhar um pouco de mim e sugerir a pessoas responsáveis por crianças que não adotem certas posturas que foram adotadas comigo.

Pois bem. Não é nem um pouco fácil conviver com o medo. Ele não é um sentimento possível de se controlar. Muitas vezes ele nos deixa sem reação ou nos torna imprevisíveis. Diante de um cachorro, por exemplo, eu não consigo me mover, apenas grito. Esse é um dos meus maiores medos, o cachorro. Não importa o quanto ele seja pequeno, bonito, simpático, dito inofensivo, ele me causa pânico. As pessoas me perguntam se algum dia fui atacada. Graças a Deus, nunca aconteceu, mas quando criança, papai me proibia de tocar em qualquer animal, principalmente cachorro que ele detestava. Brigava mesmo comigo e ameaçava me bater, pois animais são sujos e perigosos, dizia ele. Então desenvolvi um pavor terrível, não só por cachorros, mas por qualquer outro animal. Não toco em nenhum e se encostarem em mim, sou capaz de ter um ataque. Não é nem um pouco agradável chegar à casa de alguém que tenha cachorro e não conseguir entrar enquanto ele não for preso, isso me deixa extremamente constrangida, pois muitas pessoas não entendem e pensam que é algum tipo de frescura. Gostaria que fosse, seria mais fácil de superar.

Outro dos meus medos (não riam, por favor) é o sobrenatural. Sei que fantasmas não existem e não chego a ser tão ridícula, mas sei também que o mundo espiritual existe e aprendi sobre isso de uma maneira terrível quando tinhas uns sete anos. Meu irmão mais velho já era casado e com filhos. Resolveram empregar uma menina adolescente para ajudar minha cunhada nos afazeres domésticos, era uma menina carente e sua família morava distante então ela praticamente moraria na casa do meu irmão. Acontece que a mãe da moça mexia com magia negra e a menina tinha problemas com possessão demoníaca. Algumas vezes presenciei a garota nesse estado e só posso dizer que é algo terrível de se ver. Lembro perfeitamente daquela situação horrorosa, da voz horrível, dos xingamentos, das tentativas de suicídio da menina para se livrar daquilo, enfim, de tudo. Nunca me convide para assistir a um filme de terror. Não consigo nem ao menos ouvir aquele som macabro das trilhas sonoras desse tipo de filme. Já cheguei a passar muitas noites sem dormir por causa disso, então resolvi não ter contato nenhum com qualquer coisa que me remeta a esses assuntos. Nem filmes, nem livros, nem mesmo conversas. Tem funcionado.

Sinto medo de muitas outras coisas, mas os dois principais são os que contei. Como todo mundo, tenho medo da violência. Jamais moraria numa casa com quintal, acho extremamente inseguro. Tenho medo do escuro, pois acho que qualquer tipo de mal está relacionado à falta de luz e também porque papai sempre mantinha as luzes apagadas enquanto assistíamos à TV. Eu odiava isso. Tenho muito, muito medo de sentir dor. Costumo dizer que não posso participar de nenhuma operação sigilosa, pois ao menor indício de tortura eu abro a boca e conto tudo, hahahaha! Como a maioria das pessoas (na verdade acho que todo mundo), também sinto medo da morte. Não por estar incerta do meu destino depois dela, mas pela forma como ela pode acontecer. Sofrimento físico é algo que me assusta profundamente, sempre fui uma manteiga derretida no que diz respeito a isso, então tenho receio sobre o método que a Dona Morte utilizará comigo, hehe.

É melhor parar de contar agora senão vão achar que sou uma neurótica, hehe. Mas quem não tem seus medos, não é? Ninguém pode negá-los. Um amigo me disse que só ficarei curada quando enfrentar meus medos. Ainda não criei coragem para isso, tenho medo...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Blogagem Coletiva

O natal é o tema da blogagem coletiva que está marcada para 20/12. Fiquei sabendo pela Geórgia e resolvi participar e também divulgá-la por aqui. Ela está sendo promovida pela Blogosfera Cristã, se você não sabe como participar visite esse site e tenha maiores informações. Bye!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

CPMF: sim ou não?

Raramente escrevo aqui sobre política. O motivo disso é que meu sangue sempre ferve diante dos disparates e escândalos de gosto cada vez pior que nossos representantes nos enfiam goela abaixo, e acabo tendo vontade de me expressar no formato da minha indignação, o que me tiraria do salto. Porém, atendendo à solicitação de um ilustre comentarista deste blog, vou dissertar a respeito da novela denominada CPMF que está sendo transmitida em todos os canais de comunicação nos últimos dias.

CPMF é um imposto incidente sobre toda e qualquer movimentação financeira, salvo algumas exceções. Inicialmente sob a sigla IPMF, a taxa dita provisória (nunca vi algo provisório durar tanto tempo!) já dura 11 anos entre idas e vindas, pois sempre se acha uma maneira de prorrogar sua vigência, como tentam fazer atualmente, desta vez para até 2011. Sua alíquota atual está em 0,038% e a arrecadação anual é de cerca de 40 bilhões de reais. Dizem que isso é mais do que se arrecada com arroz e feijão.

A discussão hoje gira em torno de prorrogar ou acabar com o imposto. Tenho lido e ouvido vários comentários defendendo ambos os lados. Vamos analisar alguns pontos positivos. A alíquota cobrada é relativamente baixa, qualquer pessoa pode arcar com essa “contribuição”. Mesmo para quem movimenta milhões, a proporção é aceitável. A forma de cobrança é extremamente simples, não havendo necessidade de preenchimento de guias nem de fiscalização para se comprovar o pagamento do tributo. O direcionamento da arrecadação é louvável: saúde pública, previdência social e erradicação da pobreza. Até aí tudo bem.

O que muda o curso do raciocínio é conhecer o país onde vivemos. Os países ricos possuem uma carga tributária de aproximadamente 38% do PIB. Os países em desenvolvimento, 27%. A do Brasil gira em torno de 34,7%, ou seja, está muito desproporcional à posição que ocupamos em termos de desenvolvimento. Com tamanha carga deveríamos ter condições de vida infinitamente melhores do que é a nossa realidade.

A antiga pergunta que continua não querendo calar é: para onde vai todo o dinheiro arrecadado no Brasil? Para onde vão os 40 bilhões de reais anuais da CPMF? Se você quiser saber para onde NÃO vai toda essa grana, basta visitar um hospital público. Todos os dias muitas pessoas morrem devido às péssimas condições de atendimento em todos os âmbitos. Conheço uma pessoa que precisa colocar pontes de safena e, há mais de um ano, não consegue uma vaga para marcar sua cirurgia no SUS, mesmo que seu problema esteja mais que comprovado e que ele esteja a correr risco de morte. Ainda que sejamos obrigados a contribuir com saúde pública, se quisermos um pouco mais de segurança é preciso pagar caro por um plano de saúde particular.

Como vive a maioria dos aposentados em todo o país? Com um salário de fome que mal dá para pagar seus remédios. A previdência social é uma vergonha, está em colapso e eu não tenho nenhuma esperança de conseguir me aposentar um dia. O jeito é aderir a programa de previdência privada ou fazer algum outro investimento a longo prazo para garantir o sustento na velhice, mesmo pagando para ter direito a se aposentar.

E quanto à pobreza? Não é preciso fazer muito esforço para encontrar famílias que não têm o que comer em casa. Vemos isso na TV todos os dias e também nas ruas por onde andamos. A pobreza está bem perto de nós. O que é feito por essa gente? 21% da arrecadação com a CPMF deveriam ser investidos nessa área, ou seja, 8 bilhões e 400 millhões de reais por ano. Se isso realmente acontecesse o quadro de pobreza do nosso país seria outro.

A CPMF em si não me incomoda. Não movimento altas quantias nem sonego imposto para temê-la. Sua finalidade e formato geral são excelentes. Se todo tributo fosse cobrado com é a CPMF, de forma a não onerar tão cruelmente o contribuinte e sua utilização visasse realmente as necessidades do povo, tudo seria bem mais fácil e aceitável. Se isso fosse uma realidade, nossa carga tributária seria menor e nossas condições de vida bem melhores. No entanto, me incomoda profundamente sustentar político vagabundo que se elege para enriquecer à custa do trabalhador. Infelizmente, essa é a realidade do nosso Brasil e isso é o que me faz ser totalmente descrente nele. Isso é o que me torna contra a CPMF.

Este mundo tenebroso...

Algumas vezes sinto uma vontade imensa de poder mudar de mundo, para nunca mais voltar. Arghhhh!
Pensando bem eu posso, mas não agora. Isso não depende exclusivamente de mim, o que estava ao meu alcance para adquirir o direito de ir eu já fiz, falta Ele dar o sinal verde. Tudo será tão melhor longe deste lugar...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Triste

Damaris era uma antiga amiga da época de adolescência. Morávamos no mesmo bairro e, por algum tempo, freqüentamos a mesma igreja. O tempo passou e nos afastamos bastante, naturalmente. Ela se casou, mudou para um bairro distante e então deixamos de nos ver com freqüência, aliás, nos víamos esporadicamente. Mas quando nos encontrávamos era sempre uma festa, ela era muito alegre e extrovertida.

Damaris era jovem, acho que cerca de dois anos mais velha que eu. Casou com um antigo namorado meu, hehe, e viviam muito bem. Tiveram duas filhas lindas e inteligentes. Certo dia eu soube que ela estava com câncer de mama. Foi um susto muito grande para todos. Então começou sua luta contra aquela doença terrível. Operou uma vez, submeteu-se ao doloroso tratamento de quimioterapia e radioterapia, teve depressão profunda. Dias negros ela viveu, mas soubemos que o problema tinha sido vencido. Superou a depressão. Foi aí que veio a segunda filha e recebeu o nome de Vitória.

Alguns anos se passaram e ela teve que operar de novo, a doença traiçoeira voltou com tudo. Depois dessa última cirurgia ela esteve em constante tratamento e a depressão voltou a atormentá-la também. A tristeza de se ver deixando suas duas filhas ainda crianças e seu marido tão jovem era demais para ela. Seu sofrimento era grande, mas ela tinha esperança de superar a doença definitivamente. Lembro da última vez que a visitei. Ela ainda conseguia sorrir palidamente, cabecinha sem um fio de cabelo.

Ontem Damaris se foi. Livrou-se de vez do maldito câncer. Descansou. O que nos conforta é a certeza de que agora ela está sã, curada e alegre nos braços do nosso Pai, desfrutando de uma vida muito melhor. Que Ele dê forças à sua família e aos seus amigos para suportarem a ausência e a saudade.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Meu sobrinho-neto


Vocês devem se lembrar que eu falei aqui sobre o nascimento do meu terceiro sobrinho-neto, o Yan. Pois é, ele é esse fofo que está na foto aí em cima. Está com quatro meses e um dente, hehe. Ele vem passar o natal e o ano novo conosco. Acho que vai voltar para casa cheio de marcas de mordida. Que fofo, gente!

Meus olhos


Algumas coisas realmente são impossíveis de remediar, simplesmente não há como mudar de jeito nenhum. E por mais que nos incomodem, temos que nos acostumar com elas. Para o resto da vida.

Meus olhos são extremamente problemáticos. Desde criança, uns oito anos, uso óculos. Comecei com 2,5 graus e estacionei em 4,25 há uns 3 anos. No entanto, sempre odiei os tais óculos, não importa o quão modernos e elegantes sejam, eu os detesto. Na adolescência eu teimava em não usá-los, ainda que fosse preciso fazer um tremendo esforço para conseguir enxergar alguma coisa. Ficava apertando os olhos até quase fechá-los a fim de alcançar nitidez. Na época da escola, por várias vezes peguei ônibus errado por confundir a bandeira, hahaha, e mesmo assim não colocava os benditos na cara. Mas chegou um momento que não houve jeito, não conseguia mais ler sem eles, mesmo me esforçando. Então comecei a trabalhar e tive que assumi-los. Por um tempo me conformei, mas como isso mexia fundo com a minha vaidade, comecei a pensar em resolver o problema dos óculos de forma definitiva.

Tenho hipermetropia, astigmatismo, pterígio e uma alergia crônica nas vistas. Só isso.

A hipermetropia consiste num erro de focalização da imagem do olho para visualizar curtas distâncias. O hipermétrope não consegue ter nitidez porque a imagem é formada após a retina e não sobre ela, como num olho normal. Isso ocorre em pessoas que têm o globo ocular reduzido.

O astigmatismo também proporciona problemas com o foco, só que para ver de longe. Isso se deve à córnea que tem uma curvatura muito acentuada, meio oval, diferente da curvatura normal que seria como uma bola de ping pong.

O pterígio me causa muitos problemas. Trata-se de um tecido que cresce próximo ou sobre a córnea, na parte interna do olho. Ele pode ficar pequeno como os meus (tenho nas duas vistas) ou pode crescer e interferir na visão. As causas não são conhecidas, cogita-se que pessoas que passam muito tempo expostas à luz solar ou em ambientes secos e empoeirados podem desenvolver o problema, mas isso não está comprovado.

Com a alergia eu convivo desde a infância e a tenho dos mais diversos tipos. De forma crônica ela me atinge nos olhos, ouvidos e nariz, causando muita coceira, ardência e um tremendo desconforto em todas essas regiões.

Depois de descrever os problemas que assolam meus pobres olhos, voltemos à minha intenção de solucionar o insolúvel. Entrei no consultório do Dr. Konstantin e disse que queria ser operada. Nunca fui corajosa com essas coisas de hospital, injeções, cirurgias. Mas tamanha era a vontade de me ver livre dos óculos que eu até sujeitaria a encarar os meus medos.

Depois de me examinar minuciosamente, o médico me disse que eu não poderia fazer a cirurgia corretiva da hipermetropia por causa da curvatura da córnea causada pelo astigmatismo. A cirurgia deixaria a córnea ainda mais curvada e eu teria triplos problemas de desfoco, em vez de duplos como já tenho. O pterígio também não poderia ser removido, pois em 95% dos casos ele volta e em um estágio mais avançado, especialmente em pessoas jovens como eu. Talvez eu até pudesse corrigir o astigmatismo com cirurgia a laser, mas dos males ele é o menor, não me pouparia dos óculos. A opção paliativa que ele me deu, foi trocá-los por lentes de contato. Não me curariam como eu desejava, mas pelo menos me deixariam mais apresentável.

Inconformada com meu fardo, mas alegre por finalmente me livrar dos óculos, fiz o teste e encomendei as lentes. Foi estranho no início, mas o médico me falou que com tempo eu acostumaria com elas. A verdade é que nunca me acostumei. O fato de ter pterígios e alergia torna o uso das lentes muito desconfortável e por vezes tenho que tirá-las e, vejam só, colocar os óculos, que incomodam muito menos.

Com isso aprendi que nunca vou me livrar deles. Estou até pensando em encomendar um modelinho moderno e elegante, hehe.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Recomendo

Depois de dias bem corridos e sem tempo para postar, aos poucos volto a atualizar este blog.

O que me faz escrever hoje é o término da leitura de um romance policial muito legal escrito pela minha amiga Geórgia. Trata-se de um livro on-line que ela lançou semanas atrás em seu blog. Não poderia deixar de mencionar aqui sobre os momentos gostosos que passei lendo “Marcado pelo passado”.

O livro conta uma história de amor permeada por ambição, mortes, intrigas e traições. A Geórgia tem muita imaginação e descreve lindamente os cenários e as personagens levando-nos a uma viagem fascinante e curiosa. Ela me prendeu do início ao fim. Para quem gosta de romance, eu o recomendo.