domingo, 27 de janeiro de 2008

Lucas


Há muito eu gostaria de falar sobre uma pessoinha maravilhosa que faz parte da minha vida. Enfim, chegou a hora. Apresento-lhes um dos meus muitos sobrinhos, o Lucas, esse da foto. Ele tem dezesseis anos e faz qualquer um dar risadas. Mas nem sempre foi assim.

O Lucas nasceu saudável, uma criança normal. É o segundo filho de uma das minhas irmãs. Por volta de um ano e meio de idade, o casamento dos seus pais entrou numa crise profunda, ocasionando o afastamento quase que permanente do pai de casa. Nesse período o Lucas começou a apresentar um comportamento estranho. Chorava muito e chamava pelo pai o dia todo. Foi emagrecendo e, aos poucos, deixando de sorrir. O mais estranho foi quando ele começou a urinar constantemente e pedir comida, mas quando a trazíamos ele rejeitava.

Tivemos que levá-lo ao médico e foi diagnosticado Diabetes Tipo 1. As causas mais conhecidas dessa doença - esse tipo especificamente - é a predisposição genética ou uma motivação emocional. Segundo os exames feitos no meu sobrinho, a primeira hipótese foi descartada, permanecendo a segunda. Há ainda o agravante de a doença ter-se apresentado de forma descompensada, ou seja, as taxas de glicose tanto poderiam subir (hiperglicemia) como poderiam descer (hipoglicemia). E isso acontecia com muita freqüência, sempre de maneira exagerada. Lucas passou a tomar pelo menos 3 injeções de insulina diariamente e a manter uma dieta muito rigorosa. Foi muito difícil a adaptação a essa nova realidade, mas o pior ainda estava por vir.

Certa manhã, passamos por um grande susto. Por volta das 9 horas o Lucas começou a ficar zonzo, foi amolecendo e revirando os olhos até começar a ter convulsões. Foi levado imediatamente ao hospital e internado na UTI onde permaneceu por quase um mês. Ele teve uma queda de glicose repentina e violenta que o levou ao estado de coma. O resultado disso foi uma atrofia cerebral, ocasionada por algum tipo de neuropatia, e todo seu desenvolvimento físico e psicológico foi comprometido.

Lucas desaprendeu a falar corretamente, a andar e até a movimentar as mãos. Passou a ter crises em que perdia os sentidos e, por vezes, caía e se machucava. Começou a tomar um verdadeiro coquetel de remédios controlados. Seus músculos foram se atrofiando aos poucos e, hoje, seus pés se encontram deformados, impossibilitando-o de se sustentar. Ele se movimenta em cadeira de rodas. Muitos foram os tratamentos, acompanhamentos, fisioterapias e até uma cirurgia nos tendões, mas não houve jeito.

Você deve imaginar que o Lucas é uma criança triste, vegetativa... De forma nenhuma! Ele brinca, engatinha por toda a casa, gosta de ver futebol na TV, adora cantar, dançar, mesmo sentado, e sempre acha uma maneira de nos surpreender com suas gracinhas. Ele tem se desenvolvido intelectualmente, mesmo que de forma muito lenta, e isso nos alegra muito. São coisas bem simples, como dizer o nome de alguma comida ao sentir seu sabor quando nem imaginamos que ele saiba o que é. Ainda assim, não tem noção nenhuma de perigo ou de pudor, é um bebê com 16 anos. Ele é extremamente carinhoso. Todas as vezes que chego à sua casa ele abre os braços e levanta da cadeira com muita dificuldade para que eu o pegue no colo. Aí ele me abraça e fala “Que bonitinha! Eu gosto.” Essa é sua forma de demonstrar carinho. Eu o amo demais! É uma das coisas mais lindas que tenho na vida.

Não podemos entender como tudo isso foi acontecer. Ele era perfeito. Mas o aceitamos e o amamos mesmo assim e nem imaginamos a possibilidade de perdê-lo. Acreditamos que Deus tem um propósito em todas as coisas, mesmo quando não conseguimos ver que propósito seria esse. Esta certeza é o que nos tem ajudado nesses quase 15 anos da doença do meu sobrinho.

E então, gostaram do Lucas? Se sim, podem deixar seu carinho aqui que terei o prazer de retransmitir a ele, ainda que ele não seja capaz de entender.

Mais informações sobre diabetes aqui.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O trigo e o joio

O assunto sobre o qual vou tratar hoje é um tanto polêmico, mas não pude resistir à necessidade de escrever sobre isso. Não espero que o meu post possa mudar a opinião das pessoas, mas sinto-me no dever de me expressar a esse respeito e, ao menos, tentar esclarecer alguns pontos.

Li num blog sobre o casal Estevam e Sônia Hernandes, líderes da Igreja Renascer em Cristo, que foram presos nos Estados Unidos por portarem alta quantia sem declarar à alfândega. No Brasil eles já estavam atolados até ao pescoço em problemas com a justiça, acusados de vários crimes. O post mostrava indignação pelas atitudes do casal e pela crença cega de pessoas que se deixam envolver por essa gente. Mas o que me chamou à atenção foi um comentário feito a esse post, em que o comentarista citava o carro do pastor da igreja onde um parente freqüenta. Esse comentário me levou a refletir.

É desolador o que esses charlatães estelionatários de uma figa podem causar às pessoas. Eles provocam duas situações extremas: levam pessoas desavisadas a acreditar inqüestionavelmente em sua filosofia dita cristã e a cair em seus golpes e, ao mesmo tempo, levam pessoas menos inocentes a desacreditarem totalmente no evangelho genuíno e puro que Cristo ensinou. Esse segundo grupo não consegue enxergar que no meio de toda essa sujeira existem pessoas que professam uma fé autêntica sem a intenção de levar vantagem sobre ninguém.

A contribuição com a igreja é bíblica e, você há de convir, necessária para manter a organização funcionando. Muitos se ocupam em criticar o dízimo, mas sequer consideram que numa igreja, como em qualquer organização, paga-se água, luz, telefone, faxineira, faz-se manutenção física, etc.. E o pastor? “Ah, o pastor é um folgado que enriquece à custa do povo inocente”. Eu lhe digo que há igrejas que preferem que seus pastores trabalhem em um emprego secular, pois assim eles garantem o seu sustento. Porém, existem as que preferem que o pastor esteja à sua disposição para atender às necessidades da comunidade e garantir com maior eficácia o crescimento espiritual da congregação. Se a igreja faz essa exigência, nada é mais justo do que pagar um salário para ter o pastor em serviço integral, salário esse que é estipulado pela própria igreja ou por algum órgão superior à qual ela se submeta. Infelizmente há os que não consideram o pastorado como um trabalho digno. Com esses não tem o que argumentar.

Sei que nem sempre as coisas são como descrevi acima. Existem sim as igrejas, e não são poucas, onde seus líderes passam a mão em toda a arrecadação e a manipula a seu bel prazer, adquirindo luxo para si e construindo “paraísos na terra”, quando deveria usá-la de forma justa e bíblica em prol do evangelho e da comunidade. Mas eu me referi, no parágrafo anterior, a uma igreja séria (sim, elas existem!), que tem como base de seus procedimentos os critérios determinados na bíblia, cujo propósito principal é pregar a Palavra de Deus, e não dar ênfase à teologia da prosperidade, destorcendo as Escrituras Sagradas, como muito se vê por aí. O ponto que desejo destacar é que nem todas são iguais e não se deve generalizar.

Infelizmente os estelionatários e charlatães continuarão a existir. Os que citamos não são os únicos, nem os primeiros e nem serão os últimos. Nos tempos bíblicos eles já estavam lá, basta ler Atos 16:16, sobre a jovem escrava cujas adivinhações garantiam grande lucro aos seus donos. O que importa a nós cristãos é que sejamos trigo no meio do joio, pois chegará o tempo da colheita em que ambos serão separados, aqueles para honra e estes para destruição.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Capixabas e Canelas-verde

Pessoas nascidas no Espírito Santo são chamadas de capixabas. Isso é curioso, pois o termo em nada se parece com o nome da região, mas tem certo fundamento histórico. A palavra capixaba, de origem tupi, significa “área roçada, pronta para o plantio”. Esse era o termo com que os índios que aqui viviam se referiam às terras de sua plantação de milho e mandioca. Os portugueses começaram a chamar os índios, oriundos da terra, de capixabas, e o termo acabou por se estender a todos os nascidos em solo espírito-santense.

No entanto, há outra denominação para um grupo específico de capixabas. Diz a história que, quando os portugueses aqui chegaram, ao descerem três homens da embarcação a fim de verificar a profundidade para a sua atracação, tiveram as pernas até a altura dos joelhos onde as calças estavam arregaçadas, envolvidas por grossa camada de algas, ficando eles com as canelas verdes da vegetação. O ocorrido causou divertimento à tripulação que denominou os nativos daquela região específica – Vila Velha – de Canelas-verde. Logo, eu sou uma canela-verde.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Um lugar especial


Outro dia eu e o Nil resolvemos visitar um lugarzinho onde há tempos eu queria ir. Nil já tinha estado lá algumas vezes com o pessoal do trabalho. O lugar se chama Ilha das Caieiras, é um complexo de restaurantes que servem o melhor que há em frutos do mar na região. Mas não pensem que estamos falando de ambientes luxuosos, ricamente elaborados em algum point elegante da cidade. O lugar tem uma história muito bacana e é exemplo de como um trabalho social pode fazer a diferença numa comunidade carente. Apesar da simplicidade que pode ser observada nas fotos que tirei durante a visita, a qualidade, a higiene e o atendimento impecável são marcas registradas por lá. O local é bem freqüentado e nós até esbarramos com turistas estrangeiros fotografando a viela.Vou lhes contar tudo.

Mais fotos aqui. Veja também um vídeo do programa Pequenas Empresas Grandes Negócios sobre a Ilha, mas só depois de ler o restante do post abaixo ;-))

A Ilha das Caieiras

Há muito a Ilha das Caieiras deixou de ser uma ilha. Primeiro ela foi ligada à Vitória por uma estradinha de terra que mais tarde se transformou na rodovia Serafim Derenze, virando uma península. Trata-se de uma antiga vila de pescadores cercada por um dos maiores manguezais do mundo, que fica na periferia da capital.

O lugar, porém, respira progresso. Considerando a biodiversidade local e o potencial turístico aliado à culinária capixaba, o SEBRAE contratou uma ONG que mudou a história do lugar. Hoje o bairro é um centro gastronômico que difunde a culinária local e os responsáveis por isso, com auxílio dos dois órgãos e da prefeitura, são os próprios moradores. Experientes no ofício da pesca, essas famílias foram capacitadas a usar os recursos naturais da região para beneficiar a população. Foi criada a Cooperativa das Desfiadeiras de Siri, produto retirado do manguezal que cerca a vila e que é utilizado na elaboração dos dois pratos principais da região: a moqueca e a torta capixabas.


O local abriga uma rua inteira de restaurantes charmosos em sua extrema simplicidade, que, na sua maioria, foram construídos nas casas dos próprios moradores, em terraços ou áreas térreas. Alguns deles se debruçam sobre o manguezal e oferecem uma vista como poucas, além de ventilação natural. Eles servem os mais variados pratos com base nos mariscos da região. Além do siri, o manguezal fornece espécies como robalo, tainha ou caranguejo, outro prato muito apreciado pelos capixabas. Apesar da simplicidade aparente, tudo é rigorosamente fiscalizado pela vigilância sanitária e nada é improvisado, mas fruto de muito trabalho e organização.

O nome “Ilha das Caieiras” foi dado ao local devido à produção artesanal de cal de ostras que foi instalada ali no início do século XX. Essa fábrica funcionou por cerca de 40 anos e foi a responsável pelo aumento da população da região na época. Hoje a realidade é bem outra. Cercada de turistas do Brasil e até do mundo, a Ilha das Caieiras os recebe com imensa satisfação e a confiança de que as portas do desenvolvimento se abrirão ainda mais.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Um blog muito bom, sim senhora!

Ontem passei pelo blog da Geórgia e me deparei com uma indicação do Prisma como “Um blog muito bom, sim senhora!”, uma classificação de blogs que está rolando na blogosfera em que as pessoas que recebem a homenagem indicam alguns de seus favoritos também. Agradeço muito a Geórgia pelo carinho e deixo aqui as minhas indicações.

Daniel. Pastor, grande amigo, recifense, que esteve conosco trabalhando com ministério de louvor na igreja no ano passado de maio a dezembro, de quem sinto muita saudade, pois ele já voltou para o Recife.

Flávio. Meu sobrinho. Pessoa muito especial e grande tecladista. Escreve o blog há poucos meses, onde posta mensagens diárias de reflexão espiritual traduzidas de um blog americano. Ele também baixa músicas por lá. Vale à pena conferir.

Vivi. Ela já foi indicada pela Geórgia, mas, como também é um dos meus blogs preferidos, seria injusto não citar. A Vivi é um doce e espero um dia poder conhecê-la pessoalmente.

Koukla. A Jan posta de forma muito despojada. Ela é uma recifense arretada e de muito bom humor. Dou muitas risadas lendo seus posts.

É isso aí, pessoal. Visitem os blogs indicados acima, vocês vão gostar.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Não me deixem falando sozinha!

Sei de várias pessoas que passam aqui pelo blog, lêem alguns posts, vêem algumas fotos. Depois elas comentam comigo: “Nossa, como seu blog é legal!” ou “Gostei daquele assunto que você escrever no blog sobre...”, “ vi as fotos no seu blog...”.

É muito legal saber que alguém passou por aqui e gostou, mas é muito mais legal quando essas pessoas se manifestam no próprio blog, escrevendo seus comentários. Sem o retorno dos leitores este espaço perde a graça, pois não há uma interação que é o objetivo do blog.

Portanto, pessoal, quando visitarem o Prisma, deixem a sua marquinha. Não precisa escrever muita coisa, é só um comentariozinho sobre o assunto abordado ou fotos apreciadas. É fácil, basta clicar na palavra “comentários" no final de cada postagem, escrever sua opinião, digitar dados de e-mail e enviar. Não me deixem falando sozinha aqui ;-))

Mas se você de qualquer maneira não quiser comentar, é bem-vindo assim mesmo!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Ele se foi...

... E eu não consegui dar uma mordidinha sequer!

O coitadinho está nascendo dentinhos e crianças nessa fase se sentem tão mal que eu dei um desconto para ele. Não era justo que, além de gengivas inchadas ele tivesse que aturar meus dentes cravados em suas cochas deliciosas, hehe.
Gente, ele não está lindo???


quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Um pouco de história

Como eu havia mencionado no post anterior, hoje dou início à sessão Espírito Santo - minha terra. Quero começar contando um pouco da história local. Daí, poderemos entender muito do que ocorre hoje por aqui.

Apesar de estar localizado numa região desenvolvida como é a Sudeste e próximo a grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o Espírito Santo não possui o mesmo grau de desenvolvimento. Isso tem a ver com a sua história desde o período colonial.

Mais de 30 anos após o descobrimento do Brasil, quando Portugal resolveu colonizar nossas terras, Vasco Fernandes Coutinho aportou no local onde hoje é a Prainha, em Vila Velha (minha cidade!) como donatário da capitania que ganhou do rei de Portugal, à qual denominou Espírito Santo pelo fato de ter chegado aqui numa data festiva religiosa. Ali foi formado o primeiro povoamento da província denominado Vila do Espírito Santo. Como os ataques indígenas de resistência eram freqüentes, o donatário transferiu a sede do seu governo para uma ilha onde estaria mais seguro e deu a ela o nome de Vila de Nossa Senhora da Vitória chamada também de Vila Nova, ficando a antiga sede conhecida como Vila Velha.

Ao fundo Vila Velha ligada à Vitória pela Terceira Ponte

Em 08 de setembro de 1551, os portugueses finalmente venceram os índios massacrando definitivamente os verdadeiros donos da terra e, para marcar o acontecimento, a ilha passou a se chamar Vila da Vitória, hoje a capital Vitória, e a data foi consagrada como sua fundação. O aniversário da capital e a homenagem à sua padroeira Nossa Senhora da Vitória, são comemorados nessa data até hoje.

No período da mineração, o Espírito Santo iniciou seu período de decadência. Foram descobertas jazidas de esmeralda e ouro no interior da província, isso acarretou um êxodo da população das demais regiões para essa. Como a concentração de interesses estava na região da mineração, a agricultura decaiu gerando escassez de alimentos e foram tomadas muitas atitudes descabidas para evitar a invasão dos corsários em busca das riquezas descobertas. Foi proibida a construção de estradas que dessem acesso ao interior, proibiu-se também a navegação no Rio Doce e houve militarização da região, transformando-a numa fortaleza. Esses e muitos outros fatores emperraram o crescimento da capitania que ficou esquecida mesmo após o declínio da mineração, até por volta de 1800, quando a família real chegou ao Brasil. Mas a região começou, de fato, a dar os primeiros e lentos passos para o desenvolvimento somente na segunda metade do século XIX, com a cultura do café.

Esses acontecimentos classificam o Espírito Santo como um estado um tanto atrasado em vários âmbitos em relação aos outros estados da região em que está localizado. No entanto, nas últimas décadas, começamos a experimentar um aquecimento na economia devido às atividades de comércio exterior que vêm sendo desenvolvidas na região. Grandes empresas se instalaram por aqui e isso abriu as portas para o turismo de negócios. O mercado de rochas ornamentais é um dos mais desenvolvidos do país e, há pouco tempo, descobriu-se grande jazida de petróleo na nossa região. Algumas feiras internacionais já fazem parte do nosso calendário, como a Vitória Stone Fair, que acontece anualmente em Vitória. Com isso o Governo Federal tem investido mais no estado, o que impulsiona o crescimento. Como diz o presidente Lula, o Espírito Santo está deixando de ser o “Patinho Feio” da região Sudeste.


Vitória

Se há uma característica da qual temos que nos orgulhar é das belezas naturais desta terra. Infelizmente não se investe quase nada no potencial turístico local, especialmente no turismo ecológico que é um nicho interessantíssimo a ser explorado. Possuímos clima agradável a todos os gostos, tanto nas praias (que são muitas e maravilhosas) como nas montanhas. As regiões Sul e Serrana são as mais bonitas e espero em breve poder apresentá-las com posts recheados de belas imagens.

Por hora, fico por aqui. Tenho muito a escrever, mas são assuntos para novos posts. Até mais.

Imagens pesquisadas no Google.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Novidades à vista

Estava com saudade de voltar a postar normalmente. Passei alguns dias sem acesso à internet e, mesmo estando de férias, tinha muitas coisas para fazer, mal tive tempo de sentar diante do computador. Agora as coisas voltaram ao normal, ontem retornei das férias e já estou com alguns posts encaminhados para publicar.

Estou dando inicio a uma nova sessão no blog. Há tempos eu queria mostrar um pouco do Espírito Santo, estado onde moro, e das belezas de nossas cidades. No próximo post começarei a realizar este desejo. Inaugurarei a sessão “Espírito Santo, minha Terra” onde mostrarei, entre frases e imagens, alguns lugares interessantes, pontos turísticos e um pouco da história local. Amo esses assuntos! Quem sabe com isso eu consiga incitar a curiosidade dos amigos virtuais a conhecem minha terrinha...

domingo, 6 de janeiro de 2008

Mudando tudo de novo

Lembrança do último layout

Resolvi mudar o layout do blog. Tenho um problema quanto a isso, pois fico sempre presa aos modelos convencionais que o Blogger oferece, só alterando uma corzinha aqui ou uma fontezinha ali, não consigo ir muito além disso. Bem que eu gostaria de ter conhecimentos mais profundos para deixar este espaço mais personalizado, mas, por hora, está bom assim mesmo. Também troquei a foto do topo para garantir maior ar de inovação, inspirada nos ares de renovo para 2008 que sempre nos acometem nos inícios de ano. E o mar tinha que estar presente. Esta é Setiba, linda como todas as praias do Sul do Espírito Santo...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Estamos formados!

Colação de grau turma de Comex da Faesa no Clube Ítalo Brasileiro, na Ilha do Boi

Colação de grau turma de Administração da FABAVI no Centro de Convenções de Vitória

Nos últimos dias 13 e 20 eu e Nil finalmente colamos grau. A faculdade ficou para trás, um objetivo conquistado. Foram longos quatro anos de grande esforço e dedicação, mas valeu. Estamos muito felizes. Para alguns pode parecer coisa pouca, simplesmente uma formatura, algo comum a quase todo mundo, mas sabemos o quanto nos custou chegar até aqui, por isso a conquista é mais saborosa. Ficam aí duas fotos para vocês testemunharem nossa alegria.