terça-feira, 28 de outubro de 2008

Mudando!


Lembram que eu escrevi há algum tempo sobre os meus medos? Nesse texto eu contei que um dos meus maiores pavores era o contato com animais, sobretudo com cachorro. Pois bem, esta foto acima é a prova de que até nossos maiores medos podem ser vencidos. Conheci o Nick na casa de uma amiga que freqüento há algum tempo e, desde então, fui me acostumando com a sua presença, sua aproximação, suas brincadeiras. Na última visita ele pulou no meu colo sem que eu esperasse... Fiquei meio que sem ação no primeiro momento, foi a primeira vez que isso aconteceu! Aí minhas amigas clicaram com o celular para registrar esse momento histórico, hehehe!

Pode parecer uma bobagem, mas estou muito feliz por isso! Sempre me senti muito constrangida com as situações causadas diante das pessoas pelo meu medo de cachorro. Nem sempre elas compreendiam, muitas pensavam ser “coisa de gente fresca”. É como se eu estivesse me livrando de um fardo que carreguei a vida toda.

E o Nick não é lindo?

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Rapidinhas


O Prisma se engajada em mais uma blogagem coletiva. A da vez é sobre adoção, um assunto interessantíssimo que devemos considerar, não apenas por ser um ato belíssimo de humanidade, mas também por se tratar de algo sério e de grande responsabilidade. Se você quiser participar é só acessar o blog da Geórgia ou do Dácio, que estão promovendo a blogagem, para se inscrever e saber mais informações. Ah! E não se esqueça de copiar o selo e divulgar em seu blog!

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Sinto informar, mas meu projeto do livro online teve que ser adiado. Surgiu uma prioridade máxima que deverá ocupar TODO meu tempo livre por alguns meses. Fazer o que, né. O mais chato é que terei que corrigir todos os textos que já estão prontos conforme as novas regras gramaticais da língua portuguesa que passarão a vigorar no ano que vem. Chato demais isso...

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Minhas amigas Lucy e Luciana (não são irmãs, os nomes são mera coincidência) acabaram de criar seus blogs! Passem por lá para dar as boas-vindas a elas, marinheiras de primeiríssima viagem a se aventurar pela blogosfera.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A beleza que se compra

Tudo bem, concordo que elas são lindas. Mas, depois de ver as fotos abaixo (que me mandaram por e-mail), vocês também hão de concordar que o tempo e “um pouco” de dinheiro ajudaram bastante! Nada contra pessoas que investem na aparência, minha intenção não é criticar. Só gostaria de mostrar que todas essas musas maravilhosas desejadas pelos homens e amaldiçoadas pelas mulheres são, na essência, tão comuns como a maioria de nós.
E pensar que esses corpinhos de modelo e as madeixas lisas e loiras seriam um presente da natureza... Doce ilusão...
Acho que naturalmente bonita, de verdade e sempre, só ela...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Coisa feia

Tempos atrás, li uma história muito interessante num blog, descrevendo uma experiência pessoal hilária. Narrativa engraçadíssima! Li e deixei um comentário parabenizando o(a) blogueiro(a) por tamanho senso de humor ao escrever o artigo, elogio que ele(a) aceitou prontamente. Tempos depois, li outro texto assinado por outra pessoa contando a mesma história, exatamente como estava escrita no blog anterior. Mesmas palavras, mesmas vírgulas, mesmo tudo. Ops... Alguém copiou alguém, e agora imagino que nenhum dos dois seja o verdadeiro autor.

Infelizmente há pessoas que agem assim: publicam autorias alheias e não respeitam os direitos autorais, deixando de citar o autor. É bem verdade que alguns por ignorância, mas outros sabem exatamente o que estão fazendo. Nos casos de publicações de textos e fotos na internet, os quais na maioria das vezes não foram previamente registrados, é quase impossível manter a formalidade desses direitos, mas convenhamos, a informalidade de tais publicações não dá o direito a terceiros de tomá-las para si sem citar o verdadeiro autor, especialmente se tratando de uma criação tão primorosa como aquela que tive o prazer de ler. Isso se chama plágio. Infelizmente vivemos um tempo em que a ausência de provas suplanta a verdade. Exercer um bom caráter mesmo em situações ocultas parece algo totalmente fora de moda.

Vale lembrar que existem regras que regulam os direitos autorais. Trata-se da lei 9.610/1998. É bom sermos cautelosos em nos apropriar de criações alheias. Elas podem ter registro e os rigores da lei poderão ser amplamente aplicados ao infrator.

Quem, na utilização, por qualquer modalidade, de obra intelectual, deixar de indicar ou de anunciar, como tal, o nome, pseudônimo ou sinal convencional do autor e do intérprete, além de responder por danos morais, está obrigado a divulgar-lhes a identidade...”.
(lei 9.610/1998, Art.108)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Eu detesto política!

Quantas vezes ouvimos essa frase, ou mesmo dizemo-la, especialmente nestes tempos em que há tantos escândalos envolvendo o meio político. Mas essa postura estaria correta? O que vem a ser política, afinal?

A palavra “política” é derivada de politeía, termo do grego antigo que significava todos os procedimentos relacionados à polis, ou ao meio público e à sociedade inserida nesse meio. Considerando que o ser humano não vive de maneira isolada, mas em sociedade, surge a necessidade de um mecanismo que viabilize esse convívio, visto que todos somos seres distintos. Logo, a política é o recurso que possibilita o ajuste entre as partes harmonizando o todo.

Imagine o mundo por um prisma anarquista. Consideremos que cada indivíduo pensa de forma distinta, tem objetivos diferentes, o que é importante para um nem sempre o é para o outro, e no atual mundo pós-moderno tudo é relativo e todos têm razão. Nessa situação, um modelo de vida sem leis ou hierarquia seria, no mínimo, confuso. Podemos concluir, então, que essa pluralidade peculiar do ser humano é que faz necessário o exercício da política e que a finalidade desta é prover o bem estar do todo a partir de ações que minimizem ou tornem aceitáveis essas diferenças à vida comum.

Na prática, cabe às ações políticas estabelecer toda a garantia de vida à sociedade de forma igualitária, desde comida na mesa à segurança nas ruas. Sem essas ações não podemos viver dignamente. Independente do nosso descontentamento com o cenário político atual, é por existir um mínimo de administração pública que estamos aqui.

Vale lembrar que somos seres essencialmente políticos. Agimos politicamente em todas as nossas atividades cotidianas: ao participarmos de um grêmio estudantil, nas organizações profissionais ou esportivas às quais estamos inseridos, ao gerirmos nossos lares, ao evitarmos jogar lixo na rua ou mesmo quando compramos algo. Isto é senso político: fazer escolhas e executar ações que beneficiem o todo.

Não é correta a afirmação que intitula este texto. Podemos estar descontentes com pessoas que executam mal o poder político que lhes foi confiado, mas a visão política genuína é boa e necessária. Detestáveis são as manobras que promovem essa inversão de valores, infelizmente tão familiares nos nossos dias.

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Texto escrito por mim e publicado em 28/09/08, domingo, no boletim informativo da minha igreja, último de uma série de textos educacionais sobre política.