sábado, 28 de março de 2009

Comida & Projeto


Este foi o resultado da minha desconcentração total: bolo de fubá para o café da tarde. E, modéstia à parte, ficou muito bom!

Com essa receitinha fácil, fácil, ressuscito meu Livro de Receitas. Caso alguém se habilite...


A Geórgia me convidou a participar do projeto Movimento Natureza. Confesso que ainda não sei como dar minha participação. Existem muitas coisas que me incomodam no tratamento do homem em relação à natureza, não exclusivamente por causa dela, mas por causa do próprio homem.

Não creio em nenhuma filosofia que pregue que a salvação do planeta está em nossas mãos. Não penso numa eternidade terrestre, pois creio que tudo que tem começo tem fim, e a Terra chegará naturalmente ao seu pós lúdio. Mas defendo e acredito em práticas que promovam vida e bem estar ao ser humano e também creio que o fim não precisa chegar pelas mãos do próprio homem, se é que isso seja possível.

Por enquanto, estou tentando encontrar um equilíbrio entre a positividade do projeto e minhas próprias contradições do assunto para conseguir contribuir com uma participação eficiente. Por hora, me veio à mente postar sobre comportamentos da população em relação à natureza que interferem em seu próprio bem-estar. E sobre sustentabilidade, algo que considero bem racional.

As idéias estão em construção. Aguardem novos posts!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Está difícil me concentrar!

Estava aqui tentando estudar e matutando: é incrível como, com o passar do tempo, manter a dinâmica do pensamento é cada vez mais difícil. Há algum tempo atrás, quando iniciei um curso de inglês, me deparei com um adolescente cuja velocidade de raciocínio estava anos-luz à frente do meu, aos trinta e poucos anos. “Puxa, eu já fui assim...”, pensei.

Ultimamente tenho tido tantas coisas na cabeça que tem sido quase impossível me concentrar em tudo que preciso. Tenho me preparado para um concurso desde o fim do ano passado, cuja prova acontecerá em abril, e também tenho participado de um extenso processo seletivo para um novo trabalho, algo que me é bastante urgente e desejado. Tenho tentado vender minha antiga casa, coisa que também ocupa boa parte dos meus pensamentos, além de uma estupenda mudança que ocorreu na nossa rotina e está mexendo com a minha cabeça, mas sobre a qual falarei em outra ocasião.

Tudo isso me deixa a mil por hora e fica complicado manter a concentração, por exemplo, nos estudos. Tenho diante de mim uma infinidade de leis das quais preciso absorver o máximo possível, mas está complicado. Tenho vivido sob intensa pressão de mim para comigo a fim de dar conta de tudo que é preciso. Mas devo admitir que este tem sido um momento dinâmico, cheio de dúvidas, mas também de boas expectativas.

Bom, já que não consigo estudar agora, algo diferente me passou pela cabeça. Acho que vou me distrair, ali na cozinha... O resultado desta fuga estará no próximo post!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Mais da minha terra

Dias atrás o Nil precisou ir ao interior do estado resolver uns assuntos de trabalho e me levou com ele. Fomos a Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade distante da capital uns 140 quilômetros.

Ao contrário do que se espera de uma cidade interiorana, ela é até bastante desenvolvida, bem populosa, com comércio abundante, extensa rede bancária e centro bem movimentado. Grande parte desse desenvolvimento se deve à exploração de granito, mineral abundante na região. Muitas empresas de nome apostam no local, algumas fixando sede por lá e levando nossas pedras à Europa, EUA e Ásia. Acontece nessa cidade uma feira de proporções internacionais relacionada a essa atividade. No entanto, o seguimento anda bastante afetado pela crise. Podemos notas várias marmorarias fechadas ao longo no percurso. É a recessão mundial afetando também nossa economia.
Considerando que estamos falando de uma cidade do interior e elas sempre se nos revelam encantadoras e bucólicas, Cachoeiro de Itapemirim não tem grandes encantos. É uma cidade comum sem atrativos ou paisagens exuberantes. No entanto, enquanto estávamos a caminho pela auto-estrada, próximo à cidade de Vargem Alta, deparei-me com uma imagem linda e encantadora: “O Frade e a Freira”. Só então me dei conta de que não levei a câmera... :(
O Frade e a Freira é uma formação rochosa granítica de quase 700 metros de altura. A impressão de vermos nas pedras a imagem nítida de um frade e uma freira se olhando, não só deu nome à rocha, como também suscitou uma lenda a respeito de sua origem. Dizem que um frade e uma freira que trabalhavam na catequização dos índios da região se apaixonaram perdidamente, mas, obviamente, não podiam se render a esse amor por causa de seus votos religiosos. Compadecido por seu sofrimento, Deus os permitiu transformarem-se em pedra, um diante do outro, para que pudessem eternizar seu amor e contemplarem a beleza um do outro eternamente.

Eis a foto (daqui) da pedra maravilhosa de se ver, especialmente ao vivo.

Obs.: Nova reflexão do Convicções aqui.