quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Nove anos!



Desde aquele dia a vida ficou mais bonita, mais feliz, mais gostosa de ser vivida. Nil é a prova de como Deus se esmera em cuidar de mim. E a cada ano que venho postar sobre essa data, percebo que nosso amor cresceu e amadureceu um pouco mais. Aonde isso vai parar, rs...?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu amo a Primavera!



Não apenas porque os dias são agradáveis, mais frescos que o verão da região onde moro, ou porque a beleza das paisagens que ela revela inspira a poesia dos que gostam de escrever e cantar como eu... Mas especialmente pelo que ela representa em sua real finalidade no ciclo das estações.

Na natureza, a primavera é o pré-núncio de tempos melhores. Depois de um longo e rigoroso inverno, que matou todo o verde das árvores e o colorido das flores, que impediu o solo de exercer seu papel de produtor, que inibiu a naturalidade de viver de homens e animais, enfim, depois desse forçado período de repouso, a natureza se revela pronta para renascer, para germinar e frutificar outra vez.

A vida devia estar sempre pronta para a primavera, para o recomeço, para o renascimento, assim como a natureza, apesar de todo tormento do inverno, sempre está.

E para brindar a chegada da estação mais bonita do ano, transcrevo a delicadeza e a sutil percepção da bela poesia de Cecília Meireles.

Primavera

"A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Voltando à normalidade

“O ser humano se adapta a qualquer situação”. A gente ouve certas frases que só fazem sentido, de fato, quando vivemos uma situação que nos coloque de frente com essas verdades.

Um mês já se passou desde que o papai se foi e hoje conseguimos viver a normalidade da vida sem ele. Com saudade, claro, mas de certa forma, sem sofrimento. Com a mamãe é diferente, ela ainda chora quase todos os dias, mas é compreensível, afinal ela vivia uma unidade no relacionamento com ele. Hoje falta-lhe um pedaço. Mas isso também está dentro da normalidade, apesar da falta, ela está reagindo bem.

Outra verdade que se torna quase palpável num momento como esse é a realidade da fé que professamos. Normalmente afirmamos nossa crença numa vida eterna num plano divino, celestial, mas por mais que isso seja uma verdade nossa, é como se fosse uma realidade distante... Uma realidade que se aproxima de nós quando a morte também chega perto. E então experimentamos a paz que excede todo o entendimento, mais que a esperança, a certeza de um reencontro. O céu se torna estranha e repentinamente real! Viver essa experiência, apesar da dor que a envolve, é fantástico.

***

E para coroar a volta à normalidade, além do post que vem inaugurar uma nova volta à ativa aqui no blog, imagens do último feriado num passeio gelado à Serra Gaúcha.