quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O que Ele fez




Todo fim de ano, nesse momento de transição, temos o hábito de olhar para traz e fazer aquele costumeiro balanço das coisas boas e ruins que vivemos em nossa jornada. Tenho observado, em mim mesmo e em vários comentários e textos lidos de conhecidos e não conhecidos, que enfatizamos as realizações, avanços e vitória que tivemos no decorrer do ano que está se findando. Dizemos também que, nesse ano Deus fez grandes coisas em nossas vidas. É importante reconhecer isso, principalmente para não cairmos em alguns erros, para amadurecermos em algumas áreas da vida e projetarmos algo para o nosso futuro, apesar de não termos controle sobre ele.

Quero compartilhar com vocês que estão lendo, uma coisa que tem martelado em minha mente nesse momento de reflexão: independente do que aconteceu no ano que está terminando, temos que voltar nossos olhos pra um tempo bem distante e celebrar o que Deus fez por nós há mais de dois mil anos atrás, que foi o fato de Ele deixar toda a sua glória, pureza, santidade, majestade, e habitar no meio de homens que o hostilizaram, que o consideraram impostor e se propuseram a matá-lo, torturá-lo, humilhá-lo, e até compará-lo a seu arqui-inimigo pelas realizações de seus feitos extraordinários e sobrenaturais.

Quando fixamos os olhos no que Ele fez, deixamos de ficar tristes e decepcionados e até deprimidos por algo que nós fizemos ou deixamos de fazer durante o ano. Mas quando nos lembramos dessa atitude de amar os que o odiavam, de dar vida aos que queriam matá-lo, de salvar os que não se achavam perdidos, brota em nós uma esperança de continuarmos prosseguindo mais um ano com um excepcional sentimento de gratidão por tanto amor. Essa atitude dEle se chama “Graça”.

Que em todos os nossos reveillon’s possamos lembrar apenas que Ele veio ao nosso encontro como um Pai vai ao encontro do filho que estava perdido, e nos dá todos os dias a chance de um novo recomeço.

A todos vocês, meus leitores, um feliz ano novo, com Ele!


Texto escrito por Nilton Rodrigues (meu marido).