terça-feira, 21 de julho de 2015

Eu olho para a cruz...



Outro dia vi o trailer de um filme de enredo cristão que está para ser lançado em setembro, “Você Acredita?”, e isso me remeteu a um tempo, não muito distante, em que a cruz passou a exercer um grande fascínio sobre mim. Isso aconteceu depois que li o livro “A assinatura de Jesus”, de Brennan Manning, evangelista católico, um ex-padre americano.

Não que antes eu não compreendesse a história da salvação, mas a partir daquela experiência, eu enxerguei no Cristo crucificado toda a razão de ser da minha vida. Tudo está centrado ali. Tudo parte dali. Daquele momento em que “ele me viu como fruto do seu trabalho (sacrificial), e se alegrou” (Isaías 53). Ele me viu... dali, da cruz... Isto é perturbador e constrangedor. Porque sempre que perco a visão daquela cena – e muitas vezes eu a perco, apesar de tão especial para mim – eu automaticamente me oponho a ela, e deixo de experimentar da alegria dEle, quando me viu como fruto da sua expiação.


Eu preciso voltar a enxergar pelo prisma da cruz. A partir dela, tudo é satisfatoriamente e plenamente administrável. O ganho, a perda, a dor, a frustração, a abundância, a escassez, a aceitação, o perdão... Porque ela está no alto da montanha, no topo de todas essas coisas, nos “lugares altos” onde somente Ele, tendo passado por ela, é capaz de me levar.


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